...só o silêncio de um ano inteiro...da vida sem resposta...apenas, viver pra ver o sol nascer...
...só o silêncio de um ano inteiro...da vida sem resposta...apenas, viver pra ver o sol nascer...
...delírio de nascimento, de renascimento, de aniversário...alegria, família, amigos, sorrisos...de novo ano astral, de uma pele nova...delírio de escorpiana, das sombras, da luz, do sol e da lua...de celebrar a vida, a semente, o porvir...parabéns para mim...
besitos...
...andei costurando meus espantos, aparando meus medos...duvidando do que tenho de melhor...duvidando dos meus inúteis gerúndios, dos meus dias iguais e até da minha risada enlatada...percebendo que o que me ajusta é justamente o que não tem costura...
mais besitos...
...sob o signo do meu signo sigo, impermanente...escorpiana, nas sombras da profundezas do desconhecido que há em mim, que me espanta e me liberta...
besitos...
..busco deseperadamente a minha insensatez novamente...pulso mergulhada em overdose de realidade e normalidade...em dias de sanidade, talvez uma dose de absurdo me fizesse muito bem...
Besitos...
...abraça meu corpo desavisado, o fogo que em chamas abrasa a alma gélida dos encantos do corpo ausente...
besitos...
...os ventos do fim do ano me acariciam cheios de esperanças e aflições, cheiros e desejos... sigo, pois, em direção ao que não conheço, sempre, até o fim do começo...
Besitos...
...vou avançando pelo calar dos meus dias...andando embriagada de indignações, suspiros e amores...vou junto ao vento, as tempestades, aos tormentos e verdades...
besitos...
...deliro matinal, morto de sono...chuvoso como o tempo lá fora...dentro de mim estou chuvosa, lenta, sonolenta desejando silêncio, luz e amor...num tempo infinito que existe em mim...
besitos...
lua cheia...mes novo...primavera...libra... lágrimas...inferno astral...meditação...tantas palavras soltas e cheias de significado, tudo para me lembrar Matrix : "não há colher", não há significados, há a vida, as experiências, os momentos...
besitos...
Olha nunca imaginei que chegaria a este número de delírios...nem imaginei que teria preciosos leitores...muito menos que faria amizades virtuais aqui...não posso esquecer do Guto, da Fau, do Muzilli, do Paulo Vigu, do inesquescível Zeca Pestanha, da Melia, do Júlio, dos recentes como o Tiago, a querida Claudinha e de tantos que compartilharam, compartilham desabafos, murmurios, gritos, sopros, sorrisos, choros...
Tenho feito planos, mergulhado, voltado a superfície e sobretudo cuidado...escutado o tempo em mim...
Só tenho agradecer este espaço virtual de pequenas falas daquela que precisa compulsivamente se expressar, sempre...
Besitos ...
...não consigo parar de delirar...de viver numa realidade pararela...doença crônica, essa minha de caminhar nas nuvens, nos infernos e nos céus de mim mesma e do mundo que me cerca...desacelero, corro, sou urgente...vivo o tempo do vento, vivo o tempo do existir, vivo o tempo do que me cerca...vivo o tempo do que há em mim...
Besitos...
...o tempo é este em que escrevo, em que sinto a vida em meu coração, no ar que respiro, no ir e vir das marés...o tempo é este...deliro sob a lua, deliro no cheiro da manhã de sexta-feira...tão especial...no tempo sem espera...
Besitos...
...o delírio é etéreo, inexistente...uma ilusão criada na mente para nos salvar, de nós mesmos, do mundo que não compreendemos...
besitos :)
... existem palavras que me consomem feito fogo...outras feito água dissolvem e se misturam...outras se vão com o vento...algumas são enterradas em mim e criam raízes...assim vou me refazendo junto com as letras...
besitos...